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Queimar viva Manuela Moura Guedes



Queimar viva Manuela Moura Guedes

Maria Manuela Moura Guedes, que convém relembrar já foi até deputada, embora todos a conheçam por ser jornalista, afirmou na tv (melhor diria, relembrou) que existe austeridade, mas que nas PPPs ninguém mexeu, nas fundações ninguém tocou, nas empresas públicas não convém porque é lá que os políticos têm os comparsolas, relembrou também que a reforma do poder local não foi em frente e que o dinheiro para os "pareceres" das sociedade de advogados, esse nunca falta. E isto para não referir o escândalo da energia, esses também com rendas garantidas, à custa de ventoinhas e outros esquemas.

 
E nunca falta dinheiro para essa gente, digo eu, porque o povo está a pagar. Temos quase 50% na pobreza, muita fome e miséria encoberta e tudo isto para que meia dúzia de parasitas que nada fazem pela sociedade, vivam refastelados. Na Grécia, aconteceu o que se viu; em França estamos a caminho. Em Portugal não acontece nada, porque o peso da Inquisição e depois do Estado Novo, reduziu este povo ao que se vê.
 
Imagino o que não estarão a pensar agora os beneficiários de todas as rendas chorudas e garantidas que Portugal lhe proporciona, melhor dizendo, que quem trabalha lhe proporciona. Imagino a saudade que terão dos tempos da inquisição e de queimar vivos aqueles que como a Manuela Moura Guedes, abrem a boca para relembrar as patifarias que são feitas nas costas do povo. Imagino e tenho razões para pensar assim; é que essa gente reza muito, como confirmou a Visão numa reportagem que fez sobre essa corja que vive à custa do povo. Alguns até têm capelas próprias e párocos privados, porque isto de ser rico é outra coisa. 
 
Felizmente para essa gente, Portugal não é a Espanha, a Grécia ou a França, porque fôssemos nós um povo de fibra, e eles não se riam assim.
 
luís lemos
 
 


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Fonte:    2015-02-03