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Artigos » Política
Francisco Assis e Paulo Rangel e o ' Ai meu Deus do céu.'
Francisco Assis: Há sistemas [educativos] sem exames onde há exigência e estou em total rotura com qualquer modelo de facilitismo na escola...
Paulo Rangel: Esse era o modelo do Partido Socialista.
Francisco Assis: Não era não senhor, pelo contrário, isso não é verdade...
Paulo Rangel: E não só! Também do PSD foi.
Francisco Assis: A prova de que não era é que nós hoje temos resultados... temos a possibilidade de sermos avaliados internacionalmente e essa avaliação é uma avaliação séria e rigorosa...
Paulo Rangel: Ai meu Deus do céu...
Francisco Assis: E hoje... mas meu Deus do céu porquê? dia lá!
Paulo Rangel: Oh! porque eu tou a evocar Deus.
Francisco Assis: Sim, mas porquê? Não está a evocar em vão certamente, diga lá porquê.
Paulo Rangel: [Recuperando de algum embaraço, fez um gesto de quem não ouviu a última frase (ãh?) e enquanto Assis repetia encontrou uma resposta] Essa pergunta é inconstitucional (e rio)
Francisco Assis: Diga lá; é ou não é verdade o que eu estou a dizer?
Paulo Rangel: Eu não sei se é verdade.
Francisco Assis: Interrompeu-me "ai meu Deus, não sei quê" que estava a dizer que há hoje indicadores internacionais...
Paulo Rangel: Oh (no gesto de desagrado e discordância ao ouvir falar nos indicadores internacionais).
E lá continuou Assis o eu discurso, não sem ouvir uma novo "ai, ai, ai..." por parte de Paulo Rangel
(in TVI 14 de junho de 2013)
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