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Artigos » Política
Portugal, um pais de gangues desarmados
Hoje, uma notícia envergonhada no meio de outras, anunciava que a empresa Siderurgia Nacional se prepara para se deslocalizar para Espanha, pondo em risco 750 trabalhadores, porque os custos da energia em Portugal estão entre os 30 e os 50% mais altos do que em outros países.
E assim sendo, argumenta a empresa, não há forma de concorrer no mercado europeu com os competidores que pagam um preço justo pela energia.
Aqui chegados, necessário se torna evidenciar o seguinte: Mas o que é que isso interessa ao bem-estar dos Mexias deste país? Sim, 750 famílias no desemprego e no desespero, agora são motivo para incomodar o governo e a administração da Elétrica portuguesa?!
Essa gente pensa o quê? que Portugal é um Estado de Direito? Se pensa está enganada. Portugal é um feudo de meia dúzia de gangues que não estão para serem incomodados com ninharias.
Daqui a nada ainda queriam que a elétrica nacional (é nacional, mas com nacionalidade chinesa) também proporcionasse preços justos aos velhotes por esse país fora para que não morressem de frio no inverno. Era o que mais faltava.
Penso que não queriam. O povo português é sensato e não se atreveria a pensar isso. O povo está consciente que uma empresa estratégica como é o caso da única produtora de eletricidade do país, não está ao serviço do país, da indústria, serviços e trabalho. Não está, nem deve estar.
Deve estar ao serviço daqueles que precisam receber salários de milhões e colocá-los a salvo em paraísos fiscais. E sim, eles têm razão; Portugal não é um Estado de Direito, mas um território de meia dúzia de gangs, desarmados, mas que provocam mais miséria e desespero do que uma guerra civil.
Desde 2010, mais de uma dúzia de amigos meus emigraram. Foram trabalhar e pagar impostos para outros países. Para os vampiros (de que falava Zeca Afonso), isso pouco importa. Ficarão certamente os velhos e os menos corajosos que lhes permita “sugar o sangue fresco da manada”.
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