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Governo pretendia sortear carros e casas; e porque não chupa-chupas?!



Segundo o Jornal de Negócios, o Governo de Passos Coelho “ponderou sortear automóveis e casas aos contribuintes que registassem as faturas das suas compras, em alternativa à medida que acabou por ser escolhida de deduzir 250 euros no IRS, disse hoje o diretor-geral da Autoridade Tributária (AT).”
 
Um governo a sortear carros para que os contribuintes cumpram o seu dever? Isto é aceitável? Isto é sério? O governo é agora um bingo? E qual o critério para sortear carros? Porquê carros e não computadores ou chupa-chupas?
 
E já agora, uma pergunta a propósito: O que pretendem oferecer ao Ricardo Salgado para que ele cumpra voluntariamente as suas obrigações fiscais? Um jacto privado? Um Ferrari?
 
O argumento é que já se fez no Brasil. Mas agora, o “made in Brasil” é estalão para aferir o que se faz na Europa? 
 
Podem importar-se medidas de outro país sem mais e aplicar em Portugal? É que se se pode, porque não começar por importar o sistema alemão, onde impera o respeito pelos dinheiros públicos, quando em Portugal serve para financiar PPP’s, Banca, consultoras e grandes empresas de advogados (além de amigos consultores da treta que ganham 225 mil euros sem pagar impostos e cujo única atividade que se lhes conhece é insultar os empresários).
 
O que não se percebe bem é o que se passa com o povo português, que aparentemente parece resignado com os governantes que tem e (parece resignado, também) em ser um parente pobre na União Europeia.
 
P.C.
 
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Fonte:    2013-01-31