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Câmara fotográfica de astronauta ficou na lua até



Uma das formas mais convincentes de firmar uma mentira é inventar estórias credíveis (ainda que inventadas) em cima dessa mentira.
Isso desvia atenção sobre a primeira e foca-a sobre a segunda, que sendo crível atenua a primeira mentira. 
 
Veja-se o seguinte caso; a Nasa e o governo americano inventaram várias viagens à lua, há 40 anos atrás, (com o objetivo de aborrecer os russos) numa altura em que nem havia tecnologia que permitisse fazer um rádio portátil em condições.  
 
Além de que, mesmo que fosse possível lá ir (e não era) mais valia a pena inventar tudo, já que era mais barato e seguro. Mas os tipos da Nasa e do Governo tem a inabalável fé que os cidadãos são estúpidos e insistem em contar-nos petas.
 
Para tentar tornar a coisa mais credível, vai de contar mais mentiras em cima da primeira, mas agora com uma nuance; essas invenções podiam ser verdade. 
 
Assim, a máquina de propaganda americana lançou mais uma estória: O comandante da última missão do projeto Apollo (Eugene Cernan) deixou a sua câmara fotográfica na lua há 40 anos atrás, na esperança de que um dia alguém a trouxesse de volta. Pois.
 
Quando efectivamente alguém lá chegar, estes americanos mentirosos já morreram há muito, mas mesmo que estivessem vivos, não se atrapalhariam, certamente. Não seria difícil inventar uma outra qualquer; enterrou-se na areia, um cão levou-a na boca ou um marciano deitou-a para o lixo, pois não gostam de ver o chão sujo.
 
luís lemos


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Fonte:    2012-12-07