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Devemos pensar na morte?



De acordo com o padre Anselmo Borges, sim, “Por duas razões fundamentais. Porque o pensamento da morte atira-nos, como mostrou Heidegger, para a distinção clara entre a existência autêntica e a existência inautêntica, entre o bem e o mal, o justo e o injusto, o que verdadeiramente vale e o que não vale.

Por outro lado, a consciência do limite temporal da existência no mundo obriga a viver intensamente cada instante. Só se vive uma vez e tudo é sempre pela primeira e última vez. O que temos a fazer é aqui e agora. Não há adiamento possível. E da nossa vida podemos fazer uma obra de arte ou um desastre.”
 
 
(fonte: Diário de Notícias)


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Fonte:    2012-11-03