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Breve Historial da Casa dos Açores de Lisboa



A Casa dos Açores de Lisboa existe desde 27 de Março de 1927. Logo no ano seguinte, por decreto de 12 de Abril de 1928, foi reconhecida pelo Governo Português como instituição de Utilidade Pública, distinção pela primeira vez conferida a uma agremiação do género.
Começou por se designar Grémio dos Açores, nome que manteve por mais de uma década, dando lugar ao actual de Casa dos Açores em 1938 por uma imposição legal que reservava a designação de «grémio» só para organismos cooperativos do Estado.

Saliente-se, entre as mais relevantes realizações da Casa dos Açores, a celebração, desde 1989, do Dia do Açoriano. Nos primeiros anos, reconstituíam-se, conforme a tradição mantida nos Açores, as cerimónias religiosas e os festejos populares em honra do Divino Espírito Santo, que atraíam a Lisboa muitos açorianos vindos expressamente dos Açores e do estrangeiro, sobretudo da América e do Canadá. Actualmente, por dificuldade de espaço adequado, não se têm realizado os festejos populares.

Entre 1989 e 1991 publicou a Casa dos Açores uma "Revista de Cultura Açoriana" (3 vols.), que se espera venha a reaparecer em breve. Reeditou também nestes últimos anos o "In Memoriam de Antero de Quental", de parceria com a Editorial Presença, para assinalar o centenário da morte do Poeta, e uma história da Casa dos Açores da autoria do historiador Carlos Enes ("A Casa dos Açores em Lisboa", Lisboa, Casa dos Açores, 1996).

De há alguns anos a esta parte, a Casa dos Açores em Lisboa tem a seu cargo a direcção executiva de um festival internacional de música nos Açores – o "MusicAtlântico" –, organizado e dirigido artisticamente pela pianista Gabriela Canavilhas.

Eduíno de Jesus

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Fonte: Casas dos Açores   2008-11-29